sonhos estranhos

Wednesday, May 10, 2006

SONHO n° 5

(99% em preto e branco)
Eu estava sentado na cama num quarto escuro e sem janela. Estava nú enrolado num lençolcom as costas de fora. Uma mulher com o rosto coberto entrou e antes que desse dois passos dentro do quarto ela sumiu. Uma outra mulher entrou e a cena se repetiu. Uma terceira mulher entrou e conseguiu se aproximar. Ela sentou-se ao meu lado e começou a passar um pano branco e úmido em minhas costas. Ela fez isso durante um tempo e também sumiu. Então comecei a expelirpelas costas vários vermes secos, mortos e amarelos.

Tuesday, May 09, 2006

SONHO n°4

Acordei.
Meu dia correu normalmente. Anoiteceu e eu dormi de novo.
Acordei.

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Wednesday, May 03, 2006

SONHO n°3

Acordei no meio da noite, fui até a garagem e encontrei uma imensidão de aparelhos. Fiquei vidrado em alguns computadores de última geração que lá se encontravam. Fiquei feliz e curioso ao mesmo tempo. De quem seriam todos aqueles aparelhos e o que estavam fazendo na minha garagem. De repente, a campainha tocou e eu fui atender. Quem era? Era Sílvio Santos dizendo que os aparelhos eram dele mas que eu teria 30 segundos para apanhar o que eu quisesse. Corri até a garagem pensando nos computadores. Mas quando cheguei lá os computadores haviam desaparecido e eu peguei apenas uma câmera digital muito pequena e, acreditem, um rebobinador de fita cassete.

Monday, May 01, 2006

SONHO n°2

(Este sonho se repetiu por anos)
De novo, era um dia cinza e frio. Eu adoro dias cinzas e frios. Eu cheguei num vilarejo. O vilarejo era uma pequena rua com casas dos dois lados e no final da rua havia uma praia. As pessoas andavam tranquilamente saindo e entrando das casas. Na praia, no alto de uma pedra, havia um garoto que de vez em quando gritava números para que todos os habitantes do lugar ouvissem. Ele acabara de gritar o número 5. Eu explorei um pouco mais o vilarejo e descobri que muitas das casas eram casas comerciais. Eu parei em frente a uma loja de discos e fiquei olhando as capas. O garoto gritou 6. Eu observei que houve uma certa agitação por parte dos moradores e a rua ficou quase que deserta. Apenas algumas pessoas saiam das casas e atravessavam a rua correndo entrando em outras casas. E então o garoto gritou 7. A rua ficou deserta e alguém disse pra mim: “Entre na loja, entre na loja.” Eu entrei. Um segundo depois uma onda vermelha e enorme invadiu a pequena rua. Aos poucos as águas recuaram e as pessoas tornaram a andar pela rua e dois minutos depois o garoto gritou: 1.

SONHO n°1

6hs da manhã de um dia cinza e frio. A sensação era de que o mundo estava desabitado. Eu estava caminhando sozinho numa estrada guarnecida de árvores dos dois lados. De repente, do nada, surgiu um ônibus. Não sei porque, eu fiz sinal, ele parou e eu entrei. Não havia motorista e nem passageiros. Não me importei, tudo parecia muito normal. Antes do final da viagem, o ônibus fez uma parada no meio do caminho e, agora, eu e os outros passageiros descemos.Eu estava com um amigo, que não via há “séculos”. Nós entramos numa casa que parecia um museu. Havia uma garota apaixonada por um vestido antigo e velho. Enquanto olhávamos os objetos começaram a surgir espíritos que ficavam pulando. Sozinhos, eles não ofereciam perigo, mas juntos poderiam dar trabalho. Não sei como, mas eu sabia o que fazer para espantá-los. Eu os segurava e dizia números como: 0,65; 0,80; 0,34 e eles desapareciam. Mas surgiu um espírito de uma menina, num vestido amarelo, que ficava rolando no chão de um lado ao outro da sala e não desaparecia com os números. De novo, não sei como, eu descobri o que dizer para ela sumir. Eu pulei em cima dela e gritei: Maria, eu te amo. E ela se foi.

Sunday, April 30, 2006

SONHOS ESTRANHOS

Por mais estranhos que os sonhos pareçam, eles sempre trazem algum significado. Números de sorte, premonições, mistérios desvendados, conexões com outros mundos e pessoas, etc.